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Plano de saúde carência zero para parto: existe ou não?

Dentro de um plano de saúde há diversas carências a se atender: 24h pra urgência e emergência, 180 dias para consultas, cirurgias, exames, internações e 300 dias para partos. Tendo carência alta, mulheres optam por plano de saúde carência zero para parto.

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No entanto, são opções confiáveis? Muitos planos são vendidos dessa forma, mas não cumprem com o objetivo ou então são uma prática fraudulenta. Porém, a cobertura pode não estar liberada a tempo de nascimento do bebê.

E o que fazer nessa situação? Prossiga com a leitura do artigo e entenda sobre o plano de saúde carência zero para parto e o que fazer se não o tiver!

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Plano de saúde carência zero para parto: como ocorre a redução de carência?

Carência se trata do período de aguardo para uso dos procedimentos inclusos no plano de saúde contratado. Não é a mesma para todos, podendo variar de 24h de carência até 300 dias.

E esse prazo se trata de algo legal e necessário para período de adaptação da empresa ao cliente, de forma que ofereça o melhor serviço. No entanto, ainda incomoda muitos que precisam logo do procedimento, o que inclui gestantes próximas do parto.

Nisso, alguns planos oferecem então um plano de saúde carência zero para parto ou com carência reduzida. Isso não é comum, visto que até mesmo não é lucrativo à operadora que oferece o serviço.

Mas é possível carência zero? Sim e não.

Plano de saúde carência zero para parto: como é possível?

Primeiro caso que deve ser apontado é o de situações onde ocorre parto prematuro ou onde há complicações para gestante. Nesse contexto, o parto é encarado como situação de urgência e emergência, liberado após 24h que o contrato foi vigorado.

Além disso, as empresas que oferecem o plano de saúde podem reduzir os dias, já que 300 dias é o limite imposto pela ANS. Agora, a quantidade mínima de dias fica a cargo da própria operadora.

No entanto, plano de saúde carência zero para parto não é comum quando contratado um pacote individual – muitas vezes sendo enganação. Porém, a carência zero existe em pacotes coletivos.

Dessa forma, a gestante pode contar com um plano empresarial ou coletivo por adesão, que costuma ter 30 clientes em um só pacote. Com essa quantidade de pessoas, os beneficiários não precisam cumprir carência.

Entretanto, a gestante deve ter vínculo empregatício ou societário com a empresa que possui o contrato. Em outro caso, pode até ser considerado fraude.

Atenção com plano de saúde carência zero para parto

Segundo resolução da norma nº 195/09 da Agência Nacional de Saúde Suplementar, um plano de saúde empresarial ou coletivo por adesão necessita de vínculo. Ao menos, a gestante necessita ter relação matrimonial com um beneficiário e ser dependente.

Além disso, é necessário que a adesão ocorra dentro dos 30 primeiros dias após contratação do plano, de forma que não ocorra carência.

Fora desse caso, é provável que seja fraude. Em muitas situações, até se cobra uma taxa de adesão e algumas mensalidades, o que não deve ocorrer, segundo a ANS.

Ocorre também de um grupo de pessoas se juntar e montar uma empresa apenas para contar com plano de saúde carência zero. No entanto, isso também se configura como fraude e as figuras envolvidas são penalizadas por lei.

Há alguma outra opção?

Em alguns casos, o hospital pode oferecer um plano maternidade, um pacote de serviço que inclui também o parto. Não sendo considerado plano de saúde perante lei, ocorre de ter carência zero.

No entanto, conta com algumas limitações, como quantidade limite de procedimentos, e a criança pode não ter direito a assistência em UTI neonatal pós-nascimento.

Porém, é uma opção válida em caso de não ter um plano de saúde carência zero para parto legalmente válido.

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