plano de saúde após demissão

Plano de Saúde após demissão: Saiba tudo sobre!

Muitos colaboradores temem perder o plano de saúde após demissão. De fato, este é um benefício que contribui muito para se possa manter a qualidade de vida e a tranquilidade em casos de emergência.

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Realmente, nem todos podem pagar por um plano de saúde. Por esse mesmo motivo, a perda do plano em casos de demissão causa temor em muitas pessoas que não podem usufruir dele de outra forma.

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    Mas esse medo se justifica? Para responder a essa pergunta e sanar mais dúvidas em relação a esse assunto, preparamos esse conteúdo exclusivo. Acompanhe!

    COMO FUNCIONA O PLANO DE SAÚDE APÓS DEMISSÃO DO TRABALHADOR?

    plano de saúde após demissão

    O processo demissional exige que o trabalhador tenha conhecimento dos seus direitos para não perdê-los.

    Antes de qualquer explicação, devemos ressaltar que o empregado não perde obrigatoriamente o direito ao benefício quando é desligado.

    Muitos trabalhadores não têm ciência desse fato, haja vista parecer estranho que o plano de saúde oferecido pela empresa se mantenha mesmo após o desligamento.

    No entanto, esse é um direito resguardado e previsto em lei. O artigo que regula o tema é 9.656/1998.

    De acordo com o que dita a Agência Nacional de Saúde, o empregado demitido tem o direito a manter a mesma cobertura do plano de saúde oferecido pela empresa.

    A princípio, não há nenhuma diferença entre a cobertura mantida para o profissional demitido e aqueles que se encontram em atividade em uma empresa.

    Mas a ANS faz uma ressalva no que concerne a esse ponto. Para que o trabalhador demitido possa continuar tendo acesso ao benefício, ele deve ter contribuído com custeio do plano e ter sido demitido sem justa causa.

    No que diz respeito à empresa, esta fica obrigada a continuar dispondo o plano ao empregado demitido enquanto houver o oferecimento do benefício aos funcionários ativos.

    Mas para usufruir desse direito é importante que o trabalhador comunique a empresa no prazo de 30 dias após a comunicação do empregador relativa à manutenção do benefício.

    OUTRAS CONDIÇÕES E DETALHES DESSE BENEFÍCIO

    Outra condição para que o trabalhador demitido possa continuar tendo acesso ao plano de saúde é a sua não admissão em empresas que ofereçam o mesmo benefício.

    Caso isso ocorra, o funcionário perderá o acesso ao plano da empresa da qual foi demitido.

    É necessário também que o empregado tenha custeado parte do pagamento total do serviço.

    Contudo, é importante salientar que, depois de demitido, o empregado deve assumir integralmente a mensalidade do plano.

    O tempo mínimo de cobertura para segurados nessas condições é de 12 meses, podendo ser estendido por no máximo 24 meses.

    Uma vantagem que o empregado demitido tem em continuar com o plano é a possibilidade de fazer o aproveitamento das carências anteriormente cumpridas.

    Essa regra vale somente para opções de planos de saúde individuais, em casos de seguradoras que ofereçam também planos familiares.

    Outro ponto importante no que diz respeito a esse assunto é a continuidade das condições que diziam respeito aos dependentes antes da demissão.

    Nesse caso, se no plano a que o empregado tinha direito era familiar, ele pode continuar a segurar a família.

    Em situações onde há a morte do empregado demitido, a família que antes usufruía do plano continua a ter acesso ao benefício pelo mesmo prazo do segurado.

    UM DIREITO ASSEGURADO

    Dessa forma, podemos concluir que ter o conhecimento acerca desse direito é fundamental para que se possa assegurar a saúde após sair da empresa.

    Isso porque o plano de saúde após demissão é um direito previsto em lei a qual todo trabalhador demitido tem acesso.E você, já tinha ciência da existência dessa lei? Conhece alguém nessa mesma situação? Comente!